A ESCASSEZ DE TERRENOS NAS CAPITAIS

A ESCASSEZ DE TERRENOS NAS CAPITAIS

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A escassez de terrenos nas capitais e metrópoles tem feito com que empresas de loteamento e construtoras procurem áreas no entorno do perímetro urbano junto com as imobiliárias, em bairros mais afastados e que, a despeito da proximidade com as cidades, ainda sejam consideradas rurais, mas possam servir para serem loteados para bairros urbanos.

Como as documentações são de áreas rurais, algumas são muito antigas e precisam ser alteradas, a descrição da matrícula precisa apresentar normativas federais de geoprocessamento onde é preciso redefinir os limites da área. Antes de lotear uma área rural é preciso transformá-la em perímetro urbano ou área de expansão urbana. Ou seja, retirar do INCRA os terrenos considerados com Certificado de Cadastro de Imóvel Rural (CCIR) para registrá-los em cartórios de registro imobiliário. Esse processo consiste em levar os documentos do imóvel rural à prefeitura do município para solicitar a inserção daquela área no perímetro urbano.

Essa alternativa tem fornecido às loteadoras e as imobiliárias a possibilidade de construir empreendimentos maiores e com as facilidades encontradas nas capitais, com acessibilidade a transporte, comércio, lazer e emprego. Essas áreas fornecem como matéria-prima duas situações: vazios urbanos, ou seja, núcleos remanescentes dentro da cidade e que acabam sendo urbanizados por empresas de loteamento e, principalmente, as chamadas áreas de expansão urbana, ou seja, áreas rurais, explica o presidente da Associação das Empresas de Loteamento e Desenvolvimento Urbano (Aelo).